Para se cadastrar na newsletter e receber as informações do Ano Brasileiro-Britânico da Ciência & Inovação preencha com seu email:
Doença de Huntington e células-tronco: Dra. Jenny Morton, especialista da Universidade de Cambridge, no Brasil
Uma das maiores autoridades em pesquisa para o tratamento de doenças neurodegenerativas, a Dra Jenny Morton, da Universidade de Cambridge, deu palestras no dia 14 de setembro, sexta-feira, em São Paulo, como parte das atividades do Ano Brasileiro-Britânico da Ciência & Inovação. O programa, desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH), dirigido pela Profa. Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo, atendeu a dois públicos: especialistas das áreas clínica e de pesquisa básica na palestra que foi realizada no período da manhã, e, à tarde, pacientes e familiares de vítimas de doenças neurodegenerativas, em especial da doença de Huntington. Chefe do Laboratório de Neurociências e diretora de pesquisa médica e veterinária em Cambridge, a Dra Morton, falou para pesquisadores sobre os mecanismos de neurodegeneração em doenças neurológicas, tendo como modelo a doença de Huntington. A Dra. Monica Haddad, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, abordou aspectos clínicos da doença de Huntington durante o evento, que foi realizado das 9h às 12h no auditório do CEGH, na USP. A segunda palestra, "A caminho de um tratamento para a doença de Huntington", foi realizada às 15h no Centro Brasileiro-Britânico , em Pinheiros. Promovidp em parceria com CEGH, Movitae e a ABH-Associação Brasil Huntington, o evento ofereceu uma rara oportunidade de diálogo entre familiares que convivem com a doença diariamente e pesquisadores que dedicam sua vida e encontrar respostas que levem à melhora dos tratamentos oferecidos e - quem sabe um dia? - à cura de doenças neurodegenerativas. Do trabalho em laboratórios aos ambulatórios dos hospitais, é preciso enfrentar uma longa jornada. No entanto, encontros como estes, tanto com especialistas (trocando experiências e, eventualmente, identificando possibilidades de colaboração e parcerias em pesquisa científica), quanto com pacientes e familiares (discutindo e esclarecendo), têm um papel relevante e motivador. Conheça os sites: Centro de Estudos do Genoma Humano: http://genoma.ib.usp.br/ Movitae: http://www.movitae.bio.br ABH - Associação Brasil Huntington: http://www.abh.org.br
Notícia publicada em 15/09/2007.